Antonio Rosas SAnches, conhecido como MANITO, tem trajetória musical invejável, já que iniciou sua carreira ainda na espanha, de onde é natural, tocando bateria na orquestra de seu pai.


Chegando ao Brasil aos 9 anos de idade, logo foi reconhecido como "Menino Prodígio" sendo convidado pela Orquestra da Radio Cultura de São Paulo, onde apresentou-se com enorme sucesso.


Totalmente integrado ao Brasil, pais que passou a adotar com enorme amor, forlou seu primeiro conjunto, tendo como componentes suas irmãs, grupo que levou o nome de "Los Hemanitos"

Alguns anos após, seu talento sempre em ascensão, ingressou no conjunto "THE JORDANS", onde tambem participava Mingo, que em seguida formaram o grupo "THE CLEVER"que posteriormente passou a chamar-se "OS INCRÍVEIS"

Iniciou-se então a grande caminhada de sucesso, onde despontava para o Brasil e para o mundo o talento desse artista, que juntamente com seus colegas, alcançaram um retumbante sucesso, vendendo milhões de discos.

Porém, Manito procurou nvos rumos, sempre buscando através de estudos, novos sons, dominando além do sax, instrumentos como: piano, bateria, teclados, harmônicas, flauta, , aprimorando-se em cada um deles, tornando-se o músico de vários instrumentos.

Também por 7 anos fez parte do conjunto "PLACA LUMINOSA" apresentou-se com Jessé e do RC7 do Roberto Carlos, assim como fez parte do histórico grupo de rock progressivo "SOM NOSSO DE CADA DIA".

 

Com o conjunto "OS INCRÍVEIS" ver página neste site.

Com o conjunto "O SOM NOSSO DE CADA DIA" ver detalhes abaixo nesta página.

Discos solos:
incrivelmanito

Manito - O Incrível Manito 1970
01 - na baixa do sapateiro
02 - Shake, Rattle & Roll
03 - Kool & The Gang
04 - The Funky Judge
05 - Bailamos Boogaloo
06 - Sock It To' Em J.B
07 - Samuray
08 - Judge Baby, I'm Back
09 - Tucks Theme
10 - Raindrops Keep Fallin' On My Head
11 - The Gangs Back Again
12 - You've Made Me So Very Happy
Esse disco de 1970 mostra manito muito influenciado pelo funk de James Brown e pelo som que mistura jazz e rock do Blood, Sweat & Tears

Manito - Toque de Amor 2009
Músicas neste site em CD

 

som

Formado nos anos 70 em São Paulo, o grupo adotou o estilo rock progressivo, com elementos de psicodelismo. Com integrantes diversos (Manito, Pedrinho, Marcinha, Egídio, Dino Vicente, Rangel), atuou como trio na maior parte do tempo. Um deles, o virtuoso Manito, fazia parte nos anos 60 da banda Os Incríveis, uma das mais populares da Jovem Guarda. O primeiro dos dois discos lançados pela banda é o mais famoso. "Sneg", de 1974, é considerado um dos clássicos do rock brasileiro dos anos 70. O Som Nosso de Cada Dia inicialmente Cabala, era formado por: Pedrão (contrabaixo, viola e vocal), Pedrinho (bateria e vocal) e pelo virtuoso Manito (órgão Hammond, Mini Moog, piano, violino, flauta, e sax). Além dos músicos, a banda tinha como letrista o poeta Paulinho Mastrote Machado, que assinava suas colaborações com a banda sob o pseudônimo de "Capitão Fuguete", uma vez que na época trabalhava na Editora Abril, situação essa que impedia sua vinculação com bandas de rock. A banda pode ser considerada a primeira banda a fazer rock progressivo no Brasil, uma vez que esse novo estilo que começava a dominar o cenário externo ainda era uma novidade por aqui. Como o Brasil vivia sob um forte clima de repressão imposto pelo regime militar, a banda enfrentou sérios problemas com a censura, sofrendo patrulhamento ideológico, sendo freqüente a presença da polícia federal em seus ensaios e shows, uma vez que eram considerados um grupo de postura contestatória e subversiva. A barra começou a pesar cada vez mais. A primeira apresentação da banda aconteceu no show organizado pela TV Bandeirantes, seguindo-se a esse participações no "Kohoutek Festival" em 1973.
Som nosso de cada diaNo mesmo ano, a banda grava em apenas sete dias o lendário álbum Snegs, considerado por muitos como sendo o melhor disco de rock progressivo já lançado por uma banda brasileira. Tudo isso se deve ao altíssimo nível técnico dos músicos, bem como pelas belíssimas e complexas composições, aliadas às letras ao mesmo tempo poéticas e densas, de conteúdo filosófico, existencialista e contestatório, convidando as pessoas a pensar e se rebelar contra a repressão política e a alienação mental impostas pelo governo e pela mídia. O disco contém verdadeiros hinos, como "Sinal da Paranóia", "Bicho do mato", "Snegs de Biufrais" e "Massavilha", soando de maneira geral como um encontro do Emerson Lake & Palmer com Clube da Esquina. Após o lançamento de Snegs em 1974, a banda é convidada a abrir os shows da primeira grande turnê internacional a passar pelo Brasil: Alice Cooper. Os shows da banda são tão impactantes que era comum ouvir gritos para que a banda voltasse ao palco durante todo o show de Alice Cooper! Apesar de todas essas coisas boas rolando, no ano seguinte o tecladista Manito resolve sair, indo substituir Arnaldo Batista nos Mutantes, mas acaba permanecendo pouco tempo com eles. A banda prossegue, sendo que, no ano de 1976 lançam o disco Sábado/Domingo, que tem o lado A voltado para black music, e no B sua sonoridade característica, devido a pressões da gravadora. Apesar dessa concessão, podemos ver que a banda mostra uma competência ímpar até mesmo quando é obrigada a tocar um estilo completamente diferente do progressivo que a consagrara. Logo após do lançamento de um compacto com as músicas "Black Rio" e "Identificação", a banda se separa em 1977. Após anos tocando com vários artistas brasileiros de renome, os músicos do SNCD voltam a se reunir em 1994 para uma série de shows comemorativos. Pouco tempo depois vem a falecer o baterista Pedrinho.

Snegs - 1974


Multiinstrumentista

Sax tenor, sax alto, sax soprano e sax barítono.

Flauta

Piano, Teclados , Acordeão e Harmonicas

Violino

Bateria e instrumentos de percurssão